"Depois de 60 anos com o amor da minha vida agora estou a morrer."
Foi o que ela disse. Há tempos atrás.
Tempos que já nem ela se lembra.
Tempos que não saem da lembrança.
Não dela. Dos filhos.
Que não conseguem já parar as lágrimas.
Por esses tempos. Que a mãe não lembra mais.
Está. Está a morrer.
Mas já nem da morte. Que ainda não veio. Há lembrança.
O amor da minha vida. Da vida dela. Esse ficou.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
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